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O Paraná é um dos estados com a maior DIVERSIDADE ÉTNICA DO BRASIL. Assim se formou a cultura do estado, por alemães, poloneses, ucranianos, italianos, japoneses, povos estes que ajudaram a construir o Paraná de hoje. As 28 etnias que colonizaram o Estado trouxeram na bagagem sua cultura, costumes e tradições. Os imigrantes chegaram com a promessa de encontrar a paz numa ‘terra desconhecida, mas que prometia trabalho, terra,
produção e tranquilidade.
das lavouras de café.
Paraná, em 1829, fixando-se em Rio Negro. Mas, o maior número de imigrantes vindos da Alemanha chegou ao Estado no período entre as guerras mundiais, fugindo dos horrores dos conflitos. Esse povo trouxe ao Paraná todas as atividades a que se dedicavam, entre elas a olaria, agricultura, marcenaria, carpintaria, etc. E, à medida que as cidades prosperavam, os imigrantes passaram a exercer também atividades comerciais e industriais. Hoje, a maior colônia de alemães está no município de Marechal Cândido Rondon, que guarda na fachada das casas, na culinária e no rosto de seus habitantes a marca da colonização. Os alemães estão concentrados também em Rolândia, Cambé e Rio Negro. A maioria deles chegou ao Paraná vindo de Santa Catarina.
ÁRABES – O primeiro lugar onde os árabes se instalaram no Paraná foi Paranaguá. Mais tarde eles foram para Curitiba, Araucária, Lapa, Ponta Grossa, Guarapuava, Serro Azul, Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu, que hoje tem a maior colônia árabe do Estado. Em Curitiba apareceram em maior número após a Segunda Guerra Mundial, quando chegaram a constituir cerca de 10% da população.
arquitetura, música e dança.
Londrina, foram formados por esses imigrantes. Eles desenvolveram atividades comerciais, artesanais e relacionadas à indústria moveleira.
NEGROS
mestiços. Portanto, uma sociedade também marcada pela escravidão e na qual foi significativa a participação econômica e social dos escravos negros.
municipal.
Mourão até Umuarama. Grande maioria veio das Beiras (Alta e Baixa), Minho, Trás-os-Montes. A cidade de Paranaguá foi, e continua sendo até hoje, a cidade do Paraná que tem mais traços da cultura e herança lusitana. Foi a porta de entrada dos portugueses e manteve alguns traços característicos desse legado.
ÍNDIOS
Estrada da Mata.
Norte Pioneiro, trazendo a tradição da lavoura. Como, porém, desconheciam técnicas agrícolas relativas às culturas tropicais, se dedicaram a piscicultura, horticultura e fruticultura na economia regional. Alguns dos produtos introduzidos no Estado pelos japoneses foram o caqui e o bicho da seda. Maringá e Londrina são as cidades paranaenses que concentram o maior número de japoneses. Os municípios de Uraí e Assaí originaram-se a partir de colônias japonesas.
O ARTESANATO PARANAENSE é muito rico e diversificado, com diferentes especialidades e técnicas produtivas, com traços de várias etnias que para cá vieram, existindo no Estado cerca de 12.000 microempreendedores artesanais. Imigrantes alemães, poloneses, italianos e portugueses, que tinham suas atividades relacionadas ao artesanato do mundo rural ou na carpintaria, marcenaria, forja, moagem e olaria, através das matérias-primas que a natureza oferecia em abundância, implementaram novas técnicas e se utilizaram da arte e habilidade para criar novos produtos e gerar seu sustento.
Pode-se dizer então que a atividade artesanal no Estado está hoje dividida em dois setores distintos, ou seja, a nativa (ou indígena) e a aculturada (ou de influência europeia), cada uma com suas peculiaridades apresenta variados tipos quanto ao material utilizado, formas e processos de fabricação. O Artesanato Indígena foi gerado para atender essencialmente as necessidades da tribo. A utilização das cores e a expressão dos movimentos são marcas dos objetos artesanais indígenas que demonstram a importância que o índio dá a estética. O uso de matérias-primas como a palha, o barro, as
fibras vegetais e a madeira destacam-se nos objetos confeccionados (cestarias e utensílios em barro e madeira).
Por outro lado, a imigração europeia legou aos paranaenses as bonecas feitas em palha de milho, bordados, objetos em marchetaria, entalhe, palha de trigo e tecelagem. Destacamos a seguir alguns conceitos característicos e bem definidos do artesanato paranaense.
ARTESANATO – FIBRAS NATURAIS.
Utiliza matéria-prima vegetal como: vime, palha de milho e trigo, cipó, junco, taquara, bambu, folha de bananeira, piri e cizal. Dessa matéria-prima, são confeccionados, com técnicas diversas, objetos utilitários e de adorno como: cestaria, porta-joias, bolsas, chapéus, bonecas, jogos de xadrez e redes, nos municípios do Litoral, Rio Negro, Ponta Grossa, Maringá, Curitiba (Santa Felicidade e Região Metropolitana), Palmeira (Witmarsum).
ARTESANATO – CERÂMICA.
No Estado do Paraná o artesanato em madeira é bastante rico e variado, e pode-se dizer que são produzidos objetos sofisticados através do entalhe e marchetaria, até objetos não menos bonitos e interessantes das sobras de madeira. O entalhe é feito com a ajuda de um instrumento cortante, que pode ser rústico ou até uma simples faca, onde o artesão, com seu talento, trabalha e dá forma a um pedaço de
madeira. Desta técnica resultam belas esculturas.
tapetes. As tecelãs utilizam fios de algodão, lã ou seda que são tramados em teares manuais. O tingimento das peças confeccionadas com tintas naturais valoriza este tipo de artesanato, produzido notadamente em Tibagi, Cianorte e Curitiba.
ARTESANATO – SOUVENIR.
País. 
Goioerê. 