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BELÉM é um município brasileiro, capital do estado do Pará. É a segunda cidade mais populosa da região Norte e a maior região metropolitana da Amazônia. Possui 1,4 milhões de habitantes no município e 2.043.537 na Grande Belém. É conhecida como a “METRÓPOLE DA AMAZÔNIA” e popularmente chamada de “Cidade das Mangueiras” pela abundância de exemplares dessa árvore em suas ruas. Belém é constituída por cinco municípios. Também é denominada “Cidade Morena”, característica herdada da miscigenação do povo português com os índios Tupinambás, nativos habitantes da região à época da fundação.
Belém (ou “Grande Belém”), criada por lei complementar federal em 1973, e atualmente com 2.043.537 habitantes – a maior população metropolitana da região Norte.
Em seus quase quatrocentos anos de história, Belém vivenciou momentos de plenitude como o período áureo da borracha, no início do século XX, quando o município recebeu inúmeras famílias europeias, o que veio a influenciar grandemente a arquitetura de suas edificações, ficando conhecida como Paris da América. Hoje, apesar de ser cosmopolita e moderna em vários aspectos, Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, das igrejas e capelas do período colonial.
a Belém costa dos Caetés (hoje costa do Salgado), a região da “estrada do Maranhão”, que hoje chamamos de Bragantina, a Ilha Grande de Joanes (atual Marajó), a península de Gurupá, o Cabo Norte (atual Amapá), o baixo Amazonas, os vales do Xingu e Tapajós, o Alto Amazonas e o vale do Rio Negro. Cada um desses territórios correspondia a novas rotas de exploração de riquezas. Terras, que iam sendo acrescentadas ao patrimônio dos principais colonos, trazendo como consequência, a escravização das populações indígenas.
essas duas colônias era, basicamente, o modo de produção. No Brasil, predominava a monocultura e no Grão-Pará, a atividade extrativista. A Igreja Católica fazia parte dessas empreitadas colonizadoras. Seu trabalho missionário, porém, entrava muitas vezes em concorrência com os interesses mercantis dos colonos, haja vista que as missões religiosas ocupavam, ao mesmo tempo, grandes espaços de produção, com interesse na propriedade de terra, no comércio e na manutenção das populações indígenas nesses espaços de produção.
Seu projeto político privilegiava um novo padrão de economia mercantilista, o tráfico negreiro como instrumento de elevação da produção e a valorização de colônias portuguesas, antes descentradas, como era o caso do Grão-Pará e Maranhão. Com efeito, a política externa de Portugal para a América, a partir desse último quartel do século XVIII, mudou nitidamente sua orientação, passando seu foco central da região do rio da Prata para o vale amazônico. Pombal promoveu mudanças significativas na estrutura
social e econômica do Grão-Pará. Trouxe para a região centenas de especialistas, dentre cientistas, militares, engenheiros, naturalistas, desenhistas, arquitetos e geógrafos.
O objetivo era dinamizar a economia, incentivando o surgimento de múltiplas experiências, fossem elas com êxitos ou não, de atividades extrativistas ou monoculturas agrícolas como cacau, por exemplo, que passou a constituir uma riqueza importante da região. O interesse do Marquês de pombal no Grão-Pará era quase pessoal, nomeou seu próprio irmão como governante da província, um sobrinho seu como bispo do Pará e vários outros parentes e amigos para cargos de destaque na burocracia colonial que dizia respeito a esta colônia americana.
Governadores (atual Museu Histórico do Estado do Pará), a reconstrução das principais igrejas da cidade – como a Sé, Santo Alexandre, Carmo, Sant Anna e São Joãozinho e de outros prédios públicos ou residenciais. Nessa atividade, destacou-se o arquiteto bolonhês Antônio José Landi, que, como vários outros dos especialistas trazidos por Pombal, acabou por fixar residência na colônia. Porém, a destituição do marquês lançou o Grão-Pará e Maranhão num ciclo de
decadência que perdurou por quase um século, até por volta de 1870. Nesse período a colônia experimentou muitas mudanças, como a conturbada adesão à independência do Brasil. 