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O que hoje conhecemos como Mato Grosso já foi território espanhol. As primeiras excursões feitas no território de Mato Grosso datam de 1525, quando Pedro Aleixo Garcia vai em direção à Bolívia, seguindo as águas dos rios Paraná e Paraguai. Posteriormente portugueses e espanhóis são atraídos à região, graças aos rumores de que havia muita riqueza naquelas terras ainda não exploradas devidamente. Também vieram jesuítas espanhóis, que construíram missões entre os rios Paraná e Paraguai. A história de Mato Grosso, no período “colonial” é importantíssima, porque durante esses 9 governos, o Brasil defendeu o seu perfil territorial e consolidou a sua propriedade e posse até os limites do rio Guaporé e Mamoré. Foram assim contidas as aspirações espanholas de domínio desse imenso território.
mais importante que ocorreu foi a GUERRA DA TRÍPLICE ALIANÇA, movida pela República do Paraguai contra o Brasil, Argentina e Uruguai, iniciada a 27/12/1864 e terminada a 01/03/1870, com a morte do Presidente do Paraguai, Marechal Francisco Solano Lopez, em Cerro-Corá.
combate do Alegre; pela via fluvial – vieram 4.200 homens sob o comando do Coronel Vicente Barrios, que encontrou a heroica resistência de Coimbra, ocupado por uma guarnição de apenas 115 homens, sob o comando do Tte. Cel. Hermenegildo de Albuquerque Porto Carrero. Pela via terrestre vieram 2.500 homens sob o comando do Cel. Isidoro Rasquin, que no posto militar de Dourados, encontrou a bravura do Tte. Antônio João Ribeiro e mais 15 brasileiros, que se recusaram à rendição, respondendo com uma descarga de fuzilaria à ordem, para que se entregassem. Proclamada a 23 de julho de 1840.
Foi aí que o Te. Antônio João enviou ao Comandante Dias da Silva, de Nioaque, o seu famoso bilhete dizendo “Sei que morro, mas o meu sangue e de meus companheiros será de protesto solene contra a invasão do solo da minha Pátria”.
soldados da Guarda Nacional e voluntários procedentes de São Paulo e Minas Gerais, para repelir os invasores daquela região. Partindo do Triângulo em direção a Cuiabá, em Coxim, receberam ordens para seguirem para a fronteira do Paraguai, reprimindo os inimigos para dentro do seu território.
ataque paraguaio, decidiu o Comando empreender a retirada, pois a situação era insustentável. Iniciou-se aí a famosa “RETIRADA DA LAGUNA” – o mais extraordinário feito da tropa brasileira nesse conflito. Iniciada a retirada, a cavalaria e a artilharia paraguaia não davam tréguas à tropa brasileira, atacando-as diariamente. Para maior desgraça dos nacionais, veio a cólera devastar a tropa. Dessa doença morreram Guia Lopes, fazendeiro da região, que se ofereceu para conduzir a tropa pelos cerrados sul mato-grossenses, e o Coronel Camisão, Comandante das forças brasileiras. 