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Roraima abriga uma variedade de culturas decorrente da migração de pessoas das regiões Nordeste, Sul, Sudeste e de outros estados da Região Norte, que optaram por Roraima como sua segunda terra, além da culinária indígena local. O tacacá, a maniçoba, o acarajé, o churrasco gaúcho, o vatapá e o queijo mineiro fazendo parte de uma mesma culinária local, junto à culinária indígena original do lugar, é uma pequena amostra do que define a gastronomia roraimense diversidade.
CALDEIRADA. 
PÉ DE MOLEQUE.
PIRARUCU DESFIADO.
PREPARO: Comece cortando em forma de manta, as postas. Em seguida, o peixe é temperado com uma colher de alho, uma xícara de café de azeite, uma colher de cebola, quatro colheres de suco de limão, o camarão e a pimenta verde. Refogue por cerca de cinco minutos e deixe descansar com o tempero, por uma hora. Durante esse período, faça o recheio, refogue o camarão seco com pimenta verde, com uma colher de alho, uma pitada de sal, cebola picada e uma colher de limão. Leve em fogo baixo, durante cinco minutos, sem parar de mexer. Para a farofa, acrescente ao camarão, cebola, cheiro verde batata, os ovos pré-cozidos, castanhas, um pouco de sal e a farinha de mandioca. Misture os ingredientes acrescentando azeite. Antes de rechear é preciso montar a cama do peixe. Esprema os cajus até que fiquem achatados. Forre a forma com papel alumínio, em seguida coloque os cajus e, por cima deles, as mantas do Pirarucu. Jogue por cima o recheio e cubra a forma com mais papel alumínio. O peixe vai ao forno por cerca de duas horas, em temperatura média. Depois é só saborear.