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CULTURA.
folclórica roraimense, não se pode fugir da análise dos elementos formadores básicos indígenas, luso e Nordestino, que deram estrutura aos mitos e lendas, danças, folguedos, crenças, etc.
AS FESTAS RELIGIOSAS
de canjica, pé-de-moleque, batata doce e mungunzá.
Estado ainda traz os grupos folclóricos de boi-bumbá e cirandas. A escola de balé Cristina Rocha, tem formado um bom número de jovens dançarinos, que sempre se apresentam nos palcos da cidade. Na época das festas populares, é vez dos Cangaceiros do Tianguá entrarem em cena, levando uma coreografia recheada de elementos regionais.
FOLCLORE.
influência na área de curandeirismo e pajelança.
diversificado e seus trabalhos são produzidos com fibras, coquinhos, cerâmica, pedra-sabão, barro, couro, madeira, látex, entre outros. São feitos bichos, colares, pulseiras, brincos, cestarias, potes, etc.
de cristais e um lago de águas cristalinas, os quais reservam para si os mistérios da natureza. Um belo dia, o Sol atrasou-se um pouco (eclipse) e o tão ansiado encontro aconteceu. Seus raios dourados refletiram, juntamente com os raios prateados da Lua, no lago misterioso. Nesse encontro, Macunaíma foi fecundado! Macunaíma, curumim esperto, cheio de magias, teve como berço o Monte Roraima. Cresceu forte e tornou-se um índio guerreiro; os índios Macuxi o proclamaram herói de sua tribo. “A bravura desse homem não se mede pelas armas que usou, mede-se pelos feitos que o tempo projetou”. Macunaíma era justiceiro. Havia próximo à montanha, uma árvore diferente, misteriosa. A “Árvore de Todos os Frutos”. Dela nascia, a banana, o abacaxi, o buriti, o tucumã, enfim todas as frutas tropicais. Ninguém podia pegá-las! Somente Macunaíma colhia seus frutos e dividia-os entre todos, igualmente. Mas a ambição tomava conta da tribo. Assim, os índios desobedeceram, mexeram na árvore, arrancando-lhe todos os frutos e quebrando-lhes os galhos para plantarem, pois, queriam mais árvores desse mesmo tipo.
A Árvore Sagrada perdeu a sua magia e Macunaíma ficou furioso! Num gesto de justiça, queimou toda a floresta, petrificou a árvore e, amaldiçoando a todos, ordenou que fossem embora.
diversas tribos indígenas, muito mais do que hoje vivem. A vida era paradisíaca. Muita caça, muita pesca muitos frutos. O arco e flecha e sarabatana garantiam a fartura.
desobedecidas, infinitas desgraças aconteceriam. A caça desapareceria, os frutos murchariam e a terra tomaria forma diferente. Ninguém, então, ousava tocá-los. Eles eram sagrados e PAABA (deus) não gostaria de ver sua determinação desrespeitada.
internacionalmente pela beleza e originalidade. 
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