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O TEATRO NACIONAL de Brasília, é o maior conjunto arquitetônico
realizado por Oscar Niemeyer em Brasília, destinado exclusivamente às artes. É um dos pontos centrais de interesse turístico, numa cidade em que os monumentos impressionam pela sobriedade e rigor arquitetônicos. Evidentemente, está lá, mesmo que velado, nos planos de Lucio Costa, nos planos de Juscelino Kubitschek e no plano dos seus primeiros moradores. Um teatro que se construiu pela necessidade e pelo sonho.
às 20h.
Bonita; oficina de música e trabalhos de inclusão digital. Conta também com a biblioteca batizada de Patativa do Assaré, na qual é possível encontrar um grande acervo de cordéis. Entre eles exemplares de Jorge Amado e Ariano Suassuna.
traçam duas histórias que se fundem e interagem na cultura do Cinema Novo, Bossa Nova, Jovem Guarda, Tropicalismo e do Concretismo, compreendendo movimentos, estéticas, linguagens, ações, políticas e performances que
definem a cultura do país.
internacionais que passam pela cidade em construção. Muitos registros, alguns cinematograficamente preciosos, foram realizados por encomenda do próprio construtor e fundador Juscelino Kubitschek.
Logo a seguir, o Cinema Novo faz presença na cidade com os primeiros cineastas buscando inspiração na arquitetura modernista e a criação na UnB de um Curso de Cinema, tendo à frente Paulo Emílio Salles Gomes e Jean-Claude Bernardet, duas referências fundamentais em qualquer material teórico-crítico ou histórico-antropológico sobre cinema no país.
gerações de futuros diretores. Entre os títulos do cinema brasileiro, merecem destaque os filmes: “Os Herdeiros”, de Cacá Diegues, rodado em 69; e, antes, em 67, Joaquim Pedro filma “Brasília – Contradições de uma Cidade Nova”. Um nome que será decisivo na história da cultura cinematográfica do país e de Brasília em especial, é o do cineasta paraibano Vladimir Carvalho, cuja filmografia traz os mais decisivos títulos para a compreensão de Brasília. Desde a década de 70, Vladimir filma Brasília. A princípio, em curtas como “Vestibular 70”, “Itinerário de Niemeyer” e “Brasília
Segundo Feldman” e depois, nos longas “Conterrâneos Velhos de Guerra”, de 1990, e de “Barra 68”, de 2000. Em 1979, na 508 Sul, Vladimir Carvalho, Rogério Costa Rodrigues, Miguel Freire e Geraldo Sobral, criam o Centro de Cultura Cinematográfica, que entre outras atividades, defende um polo de cinema para o DF. Na década de 70, um exibidor de importância também no nosso cinema é o baiano José Damata, que cria vários cineclubes e o Cinema Voador, uma das mais bem-sucedidas experiências de exibição de cinema para grandes plateias ao ar livre no país.
Moriconi. Em 1984, o filme “Mínima Cidade”, de João Lanari, apresenta novas imagens que pensam a cidade, assim compensa outros diretores que vão se destacar na década de 80, como o Geraldo Moraes e Pedro Jorge. Na década de 90, o cinema brasiliense tem o seu primeiro boom de produção e criatividade, exatamente a partir do estímulo dado pelo Polo e pelas novidades criadas no próprio quadro político do país, cujo panorama mudou muito na última década. Entre os nomes, podemos destacar os de cineastas, fotógrafos e produtores como José Eduardo Belmonte, André Luís da Cunha, Mauro Giuntini, Érika Bauer, Roger Madruga, René Sampaio. Experiências aleatórias terão destaque, como a do cineasta Afonso Braza, que na cidade satélite do Gama, fez filmes baratos, precários e que conquistaram a simpatia do público.
CENTRO CULTURAL TRÊS PODERES
deste projeto só foi possível graças à parceria que a Secretaria de Cultura mantém com a Secretaria de Educação, por meio de convênio. O projeto tem por objetivo “Desenvolver atividades de cunho pedagógico junto aos alunos que estão estudando o
Distrito Federal, sua história e sua gente, de modo a complementar o trabalho curricular realizado pelos professores, possibilitando a passagem da abstrata teoria vista em sala de aula, para o concreto, através do contato direto com os acervos dos Museus existentes na Praça dos Três Poderes“.
fundamental que, nesta fase escolar, estuda, de forma detalhada, a região do Distrito Federal e a história do processo de interiorização da Capital do Brasil. Em extensão a este trabalho, atende também alunos de outras séries do ensino fundamental, médio e superior, adaptando as palestras ao nível escolar dos alunos.
Pesquisadores, jornalistas, arquitetos e escritores também são atendidos quando os procuram para esclarecer dúvidas, pedir dados bibliográficos e locais onde conseguir cópias de documentos, fotos e informações diversas, sobre assuntos referentes à Brasília e ao Distrito Federal.
Esplanada dos Ministérios Brasília DF
material de dança. Espaço destinado exclusivamente para projetos na área de dança. Tem como foco a função artística da dança nas suas diversas estéticas e abordagens, de maneira a contribuir com a consolidação de uma política pública no DF, visando à formação, pesquisa coreográfica, aprimoramento e a difusão da dança.
CONCHA ACÚSTICA – localizada às margens do Lago Paranoá, no Setor de Clubes Esportivos Norte (ao lado do Museu de Arte de Brasília – MAB), está a Concha Acústica do DF. Projetada por Oscar Niemeyer, foi inaugurada oficialmente em 1969 e doada pela Terracap à Fundação Cultural de Brasília, hoje Secretaria de Cultura, destinada a espetáculos ao ar livre. Foi o primeiro grande palco da cidade.
residência oficial do presidente Juscelino Kubitschek. O projeto “Museu Gráfico” procura retomar as referências de época, preservando-se alguns objetos e o mobiliário original. Imagens fotográficas, bem como outros objetos, complementam as ambientações, com o objetivo de propiciar ao público um testemunho vivo da grande aventura que foi a construção de Brasília.
1987, o Memorial dos Povos Indígenas foi projetado por Oscar Niemeyer em forma de espiral que remete a uma maloca redonda dos índios Yanomami. O espaço tem área construída de 2.984,08m2, com acesso principal
através de uma rampa. Tem por objetivo mostrar a grande diversidade e riqueza da cultura indígena de forma dinâmica e viva. Com esse propósito, promove diversos eventos com a presença e a participação de representantes indígenas de diferentes regiões do país. No acervo, há peças representativas de várias tribos, incluindo exemplares da coleção Darcy-Berta-Galvão, com destaque para a arte plumária dos Urubu-Kaapor; bancos de madeira dos Yawalapiti, Kuikuro e Juruna, máscaras e instrumentos musicais do Alto Xingu e Amazonas.
(61) 3344-1154 / 3342-1156
18h
O MUSEU NACIONAL – é integrante do Conjunto Cultural da República. É um espaço que insere Brasília no circuito internacional das artes e mostra o que há de melhor na arte brasileira. O espaço é utilizado para exposições itinerantes de artistas renomados e temas importantes para a sociedade, palestras, mostra de filmes, seminários e eventos importantes. Dessa forma, contribui para a educação democrática por meio da cultura, além de fomentar o turismo.
ESPAÇO CULTURAL RENATO RUSSO – O complexo arquitetônico do Espaço Cultural da 508 Sul, foi inaugurado em 13 de setembro de 1993. O primeiro edifício que deu origem ao complexo cultural, que começou a se estabelecer na década de 70, situava-se num setor destinado ao comércio, com galpões de estocagem de materiais de um lado, pela W2, e área de comércio, atendimento e administração voltada para a W3. Hoje, o espaço está situado no meio da Asa Sul, numa das quadras que – junto com as 107/108, 507 e 707/708 Sul –, formam o quadrilátero da primeira Unidade de Vizinhança prevista no Plano Piloto, do arquiteto e urbanista Lúcio Costa.
Renato Russo – W3 Sul 508
Como solistas convidados, Nelson Freire, Jean Pierre Rampal, Arnaldo Cohen, Ilya Gringolts, Aprille Millo, Rosana Lamosa, Fernando Portari, Claudia Riccitelli, Celine Imbert, Yara Bernetti, Shlomo Mintz, Antônio Menezes, Nicolas Koeckert, Duo Assad, Emmanuel Barrueco, Artur Moreira Lima, Leo Gandelmann entre outros.
Diretor de Cultura da Associação Comercial do DF. Solista e camerista, o maestro já gravou nove CDs e leva no currículo o Prêmio Sharp de Melhor Disco Clássico do Ano (1993); o Prêmio OK de Cultura, destaque em Música de Câmara no IX Prêmio Carlos Gomes (2006); o Prêmio Excelência ALMUB 2006 e o Prêmio Accorde Brasil 2008; além de indicações para o Prêmio TIM de Música do Ano (2003) e para o VII Prêmio Carlos Gomes (2004). A atuação profissional de Claudio Cohen também passa pelo plano acadêmico, com parcerias em projetos culturais o MinC e como professor do Departamento de Música da UnB. É detentor da Ordem do Mérito de Brasília, no Grau de Oficial; da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal, no Grau de Comendador; da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, no Grau de Comendador e Cidadão Honorário de Bsb, desde 2009. http://www.cultura.df.gov.br/
O ARTESANATO NO DISTRITO FEDERAL – O segmento de artesanato, está crescendo no Distrito Federal, onde apresenta potencial econômico e é um dos responsáveis pela geração de emprego e renda. “O artesanato é um setor que está se expandindo em Brasília, com perspectivas de criação de um calendário internacional. Isso significa mais turistas e visibilidade para a cidade, além de aumento do faturamento para os artesãos”, destacou o então secretário de Trabalho, Glauco Rojas. O setor foi representado em diversas feiras de artesanato em todo Brasil. Apenas nesses eventos houve uma considerável arrecadação, de acordo com informações da Secretaria.
Em uma das ações do Governo do
Distrito Federal, na Rota do Artesanato Candango, as vendas ultrapassaram o valor atingido no ano anterior. As atividades da Rota ocorrem em cidades do DF e possibilitam ao artesão a exposição e venda de produtos, além de poderem fazer contatos e se articular.
O aspecto artístico, por sua vez, confere ao artesanato brasiliense a característica de disseminador da cultura da capital do país. Para o secretário de Trabalho, o conceito de que Brasília não tem cultura própria está superado. “O artesanato é prova disso, pois mostra a identidade cultural e artística da cidade. O artesanato dá a cara de Brasília. Tanto que a Torre de TV, onde ficam muitos artesãos, é um dos principais pontos turísticos”.