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VASCO COUTINHO desembarcou na capitania em dia 23 de maio de 1535, na atual Prainha de Vila Velha, onde fundou o primeiro povoamento. Como era oitavo dia de Pentecostes, o donatário batizou a terra de Espírito Santo, em homenagem à terceira pessoa da Santíssima Trindade.
nome de Vila Nova do Espírito Santo, em oposição ao primeiro, que passou a ser chamado de Vila Velha.
do Estado. Com a chegada de missionários, foram fundadas as localidades de Serra, Nova Almeida e
Santa Cruz, em 1556. Dois anos mais tarde, a vinda de frei Pedro Palácios resultaria na fundação do principal monumento religioso do Estado, o Convento da Penha. Uma homenagem a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo.
O colonizador português, responsável pela disseminação do idioma e da fé católica, queria a terra para explorar, plantar e produzir. E produziu também a cultura deixada por tradição, nas cantigas de roda, nas brincadeiras infantis, na vestimenta, na culinária e, na arquitetura.
arquitetura colonial portuguesa, como as igrejas, que pontificam o litoral capixaba, e as localizadas na capital, Vitória, e, o casario proveniente deste período, enriquece a herança cultural lusitana.
Convento de São Francisco e do Carmo, na capital Vitória. No município de Viana, há a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e a Igreja de Araçatiba, que foi sede de fazenda jesuítica que mantinha um engenho com escravos, além de residências, senzalas e oficinas.
João ainda existente. Este legado cultural do período colonial é, sem dúvida, para as terras capixabas, o mais precioso patrimônio herdado do continente europeu. A partir de meados do século XIX, quando o ES recebe grandes contingentes de imigrantes europeus, este patrimônio se enriquece ainda mais.
Na Europa ocorreram revoltas populares, que visavam à unificação dos países que constituem hoje a Itália e a Alemanha. Estas guerras de unificação e o estabelecimento de um novo Estado, geraram um grande empobrecimento, causando fome e falta de emprego à população pobre, mais notadamente a camponesa.
ocorrer uma emigração em massa de suas populações a outros países, onde até se ofereciam aos aventureiros, lotes de terras, tornando-os pequenos proprietários rurais. O Brasil, em particular, precisava de braços para movimentar suas riquezas. Uma vez que seu sistema de produção escravista começava a definhar. A proibição do tráfego de escravos, a partir de 1850, fez com que houvesse na opinião dos proprietários de terras, uma escassez de mão-de-obra, o que poderia prejudicar a economia Nacional. A partir da chegada dos imigrantes, no século XIX, o Espírito Santo ganha nova configuração geográfica. As barreiras naturais apresentadas, principalmente pela Mata Atlântica, serão rompidas e o interior, sobretudo o norte do Estado, até então intocado, recebeu novos habitantes.
Itabapoana, o casario do Sítio do Porto de São Mateus e as tradições culturais de municípios, como Santa Tereza, Domingos Martins e Venda Nova do
Imigrante, entre outros, compõem a riqueza cultural e econômica do Estado. O Espírito Santo é o resultado de uma mistura, um encontro de raças, que faz a sua história rica de tradição e costumes. A herança europeia está presente nas montanhas do interior do ES, nas danças italianas, pomerana, alemãs, holandesas e polonesas, que resistem e renovam-se. 