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A gastronomia mineira é uma das manifestações culturais mais expressivas do estado, pois em cada parte do estado há uma comida típica diferente, com ingredientes encontrados com fartura no meio rural. Sua culinária encanta por meio das cores, dos sabores e dos aromas, e já é referência tanto para o turista nacional quanto para o visitante estrangeiro. Foi a partir do século XVIII que a visibilidade de Minas Gerais passou a deixar marcas na culinária nacional. Os variados e criativos usos de ingredientes fazem parte de receitas passadas de geração a geração, chegando à nossa contemporaneidade. Um dos produtos que traduz a popularidade da gastronomia mineira é o tradicional pão de queijo, mas a riqueza de sabores do estado é grande. Veja a seguir alguns dos principais pratos da culinária típica mineira.
COSTELA COM AIPIM
Feche a panela de pressão e deixe cozinhar por uns 40 minutos, ou até a carne ficar macia. Quando a pressão sair, acrescente o aipim, cubra com água quente e volte para o fogo, para cozinhar o aipim, cerca de 30 minutos. O ideal é o aipim ficar se desmanchando, – para isso deixe a panela aberta -, mexa sempre e vá acrescentando água quente quando for precisando. Acerte o sal e sirva com o restante da salsinha e cebolinha picada por cima.
Quem gosta de pimenta pode colocar uma pimentinha picadinha junto com a costela para cozinhar. Se preferir não corte o aipim muito pequeno, deixe-o com pedaços maiores e com pedaços desmanchando – isso fica a seu gosto. Se quiser o caldo com o aipim, mais cremoso do que em pedaços, é só cortar o aipim em pedaços menores. Ao acrescentar o aipim, sempre mexa para não correr o risco de grudar no fundo da panela. Quem quiser fazer sem usar a panela de pressão, se prepare para gastar aí muitas horas, mais de quatro. Faze-la no fogão à lenha também fica muito boa, uma delícia. Se quiser fazer uma quantidade maior, minha dica é fritar a costela aos poucos, na panela de pressão (não coloque muitas de uma vez só para não juntar água). Depois de fritar todas, frite os temperos, volte a costela para a panela de pressão, complete com a água e cozinhe. Depois de macia, coloque a costela em uma panela maior e só então acrescente o aipim. Daí é só cozinhar o aipim junto com a costela em uma panela maior (sem pressão), até ficar derretendo. Não esqueça de mexer de vez em quando para não grudar no fundo.
RABADA
FRANGO COM QUIABO.
coloque as sobrecoxas com a pele virada para baixo. Grelhe até que a pele fique crocante e dourada. Em seguida, vire-as e deixe dourar o outro lado. Acrescente os dentes de alho fatiados e o pimentão picado, e cozinhe até que o alho doure. Por último, pique o quiabo e acrescente-o à frigideira, e cozinhe com a frigideira tampada por aproximadamente 5 minutos, ou até que ele esteja cozido. Depois de pronto, salpique cebolinha verde picada a gosto.
PERNIL à PURURUCA
meia, até que a carne esteja facilmente se separando do osso. Misture as folhas de sálvia e alecrim com um pouco de azeite e espalhe-as sobre o pernil. Coloque-o de volta no forno e asse até que as ervas ganhem um aspecto crocante. Retire a carne do forno e coloque em uma tábua de madeira. Cubra com papel alumínio e deixe descansar enquanto prepara o molho. Leve a assadeira ao fogão em fogo médio, num cantinho dela coloque a farinha de trigo e misture com um pouco do caldo, formando uma pasta. Misture ao restante do molho que ficou na assadeira e ferva até encorpar. Sirva o molho rústico, ou bata-o com um mixer. Junte a mostarda e a salsinha, ajuste os temperos e sirva com o pernil pururuca.
ARROZ CARETEIRO. Comumente chamado simplesmente de “carreteiro”, o arroz carreteiro (ou arroz-de-carreteiro) é um prato típico da culinária brasileira, originário do Rio Grande do Sul. Surgiu quando os carreteiros (transportadores de cargas) que atravessavam o sul do Brasil em carretas puxadas por bois, coziam em panela de ferro uma mistura de charque picada com arroz. Trata-se de um prato prático por sua simplicidade, facilidade de transporte e conservação. A receita se espalhou pelo Brasil, incorporando-se à culinária mineira no período de exploração de ouro e pedras
preciosas, e de expansão colonial em Minas Gerais.
FEIJÃO TROPEIRO.
nome feijão tropeiro.
MODO DE PREPARO: 01) cozinhe o feijão em uma panela de pressão. Coloque os grãos na panela e adicione água (a água deve ficar aproximadamente 4 dedos acima no nível dos grãos). Cozinhe por aproximadamente 40 minutos. Após pegar pressão (começar a “apitar”), retire cuidadosamente a pressão da panela e abra-a. Separe os grãos e descarte o caldo. – 02) com uma faca, faça um corte nas linguiças e retire os envoltórios (pele que recobre a carne das linguiças). Separe a carne e descarte os envoltórios; – 03) em uma panela, doure o bacon e a linguiça em sua própria gordura (não será necessário a adição de mais óleo/manteiga, pois estes ingredientes soltarão gordura naturalmente). Acrescente a cebola, o alho e a pimenta e deixe refogar. – 04) acrescente os ovos e misture continuamente, desgrudando os ovos do fundo da panela, com ajuda de uma espátula (não deixe os ovos ficarem completamente cozidos, eles devem ficar ainda úmidos). – 05) acrescente o feijão (somente os grãos) e a couve, e refogue por 1-2 minutos. – 06) junte a farinha, aos poucos, mexendo continuamente. Adicione com o cheiro-verde e corrija o sal (acrescente se necessário).
PERNIL AROMÁTICO.
em pétalas; – 100 g de manteiga. – Molho de Vinho e Especiarias: – 1 colher (sopa) de farinha de trigo; – Meia colher (chá) de vinho seco; – Meia xícara (chá) de vinho tinto seco; – 2 colheres (sopa) de suco de limão; – 2 anises-estrelados; – 4 cravos-da-índia.
preaquecido, por cerca de 2 horas e 30 minutos. Retire o papel-alumínio, vire o pernil com cuidado e deixe assar por mais 2 horas, regando com o caldo do cozimento que se forma na assadeira. 05) Depois de assado, passe o pernil para uma travessa de servir e reserve o caldo que se formou no cozimento na própria assadeira, para o preparo do molho.
TUTU Á MINEIRA.
algo sobrenatural, que não existe no mundo real, algo fora do comum. Daí o prato chamar-se tutu, pois de tão bom, nem parece coisa desse mundo.
SOPA DE FUBÁ COM COUVE E GENGIBRE.
ARROZ COM PEQUI
CANJICA SALGADA COM CALABRESA
ajudar no cozimento. Em uma panela de pressão, coloque a canjica e 1 litro de água e deixe cozinhar. Após abrir a pressão, conte 20 minutos. Desligue o fogo e escorra a água. Doure a cebola em uma panela média, acrescente os tomates, o alho e a linguiça. Quando o tomate já estiver quase desmanchando, coloque a canjica e acrescente 1 xícara de extrato de tomate. Nesse processo pode acrescentar um pouco de água se quiser. Deixe a canjica cozinhar junto com os outros ingredientes, por aproximadamente 10 minutos, ou até que ela esteja molinha. Agora tempere com o sal, a pimenta do reino e a salsinha. Acrescente o queijo parmesão e sirva bem quentinha!
FRANGO AO MOLHO PARDO
em uma tigela. 5) Pique duas cebolas e frite no óleo bem quente em uma frigideira. 6) Tire do fogo quando estiver bem torrada. 7) no mesmo óleo, frite a galinha e retire quando estiver com a aparência dourada. Reserve. 8) em uma panela média, prepare um refogado com a cebola, o alho e o tomate picados. 9) acrescente a galinha, mexa bem, cubra com água e tampe a panela. 10) deixe cozinhar por mais ou menos 20 minutos, adicione o molho pardo batido no liquidificador e tampe a panela novamente. 11) cozinhe por mais 30 minutos e sirva em seguida.