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A descoberta do continente americano por Cristóvão Colombo em 1492, fez surgir entre Portugal e Espanha, a disputa pelas terras, o que culminou no Tratado de Tordesilhas em 1494, o qual visava dividir o território entre as duas nações. Com a vinda de Pedro Álvares Cabral, teve início a colonização portuguesa ao continente que posteriormente viria ser conhecido como Brasil.
Camapuã. Outros povoados começam a nascer no correr dos anos e também fortificações militares, tais como o FORTE COIMBRA em 1775; o Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Albuquerque (atual Ladário) em 1778; o presídio de Miranda, em 1797, às margens do rio Mondego (que passaria a chamar-se, daí em diante, de Miranda).
A GUERRA DO PARAGUAI (1864 1869), destruiu cidades como as de Nioaque, Miranda e Corumbá, em Mato Grosso do Sul, que apenas em 1870, puderam começar a ser reconstruídas. A primeira tentativa de se criar um novo Estado, ocorreu em 1892, por iniciativa de alguns revolucionários liderados pelo coronel João da Silva Barbosa. Em 1932, com a Revolução Constitucionalista, foi criado o Estado de Maracaju, abrangendo quase todo o Sul.
dos Xaraés, que habitavam a margem da enorme Lagoa Uberaba, mais ao norte. Cabeza de Vaca, que também criou a lenda das sete cidades douradas de Cibola no Texas, provavelmente não checava bem suas fontes. Em sua defesa pode-se admitir que um lago do tamanho da Uberaba, cuja superfície chega a atingir 400 km2, podia ser facilmente confundido com um “mar interior”.
Rio Mboetei – hoje chamado Miranda – no sul do Pantanal, e destruída por bandeirantes vindos da província de São Paulo, presentes no Mato Grosso desde 1622 (Holanda, 1986).
A história político-social e econômica remonta, porém, a acontecimentos do fim do século XIX, que deram início às mobilizações e manifestos em favor da divisão do MT, que aconteceria quase um século depois. Quando já era considerado uma causa perdida, o movimento ganhou força com o recrudescimento do regionalismo sul-mato-grossense, mas lideranças políticas à época, asseguram que pesou no desmembramento do uno Mato Grosso a visão militarista sobre a geopolítica brasileira.
republicano. A primeira fase, de 1889-1930, é marcada pela formação das oligarquias sul-mato-grossense, que lutam pelo reconhecimento da posse da terra, fazendo oposição aos privilégios do monopólio da exploração da erva-mate, principal base da economia à época.
A segunda fase, de 1930-1945, é o período em que o movimento começa a se organizar. As lutas armadas, gradativamente, são substituídas por pressões políticas, junto ao Governo Federal. Em 1932, os sul-mato-grossenses, aliam-se aos paulistas e lutam na Revolução Constitucionalista. Este confronto armado foi liderado por Bertoldo Klinger, comandante da Circunscrição Militar em Mato Grosso e comandante-geral das tropas rebeldes instaladas no sul de Mato Grosso. Para o Governo Dissidente é nomeado Vespasiano Martins. Essa revolução serviu para divulgar a ideia diversionista e Campo Grande torna-se o centro político de difusão do movimento.
adota a política nacionalista “MARCHA PARA O OESTE”, a qual visava, entre outros objetivos, a segurança das fronteiras. Para isso mandou instalar novas unidades militares no sul de Mato Grosso. Em 1943, Getúlio Vargas, em nome da segurança das fronteiras, cria o Território de Ponta Porã, excluindo Campo Grande, a principal cidade diversionista. Nesse período, o sul de Mato Grosso é marcado por grande prosperidade, mas sem poder, contudo, assegurar o equilíbrio das finanças estaduais.
transferência da capital de Cuiabá para Campo Grande. 