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A HISTÓRIA DE RORAIMA é recente, mas nem por isso pouco conturbada. Várias vezes invadida por diversos países interessados na região, a pouco assistida Roraima — região localizada no extremo norte do Brasil, despertou pouco interesse por parte dos portugueses, especialmente após a chegada da família real ao Rio de Janeiro. Foi bastante cobiçada pelo inglês, neerlandeses e, especialmente, espanhóis.
pelas forças lusitanas no Forte São Joaquim.
Os portugueses reagiram, derrotando e expulsando os invasores, estabelecendo a soberania portuguesa na região. O capitão Francisco Ferreira e o padre carmelita Jerônimo Coelho, foram os primeiros colonizadores a chegar ao rio Branco. Seus propósitos eram aprisionar índios e recolher ovos de tartaruga para a produção de manteiga. Após estes, vieram Cristóvão Aires Botelho e Lourenço Belfort, sendo os primeiros a ultrapassarem a Cachoeira do Bem-Querer. José Miguel Aires também subiu o rio Branco, com a meta de aprisionar indígenas e vendê-los para Belém do Pará e São Luís do Maranhão, onde seriam escravizados. Outro comerciante escravista foi o holandês Nicolau Horstman que, saído de Paramaribo (capital da colônia holandesa sul-americana), atingiu o rio Branco em 1741 e fomentou o comércio de escravos pelos rios Jauaperí e Tacutu àquela colônia.
por sua vez, foram responsáveis por um ato tido como utópico pelos olhos lusitanos, quando nos anos de 1771 e 1773, invadiram o rio Uraricoera, vindos do rio Orinoco, após atravessarem a cordilheira de Pacaraima, como um ato histórico. Lá fundaram três povoações: Santa Bárbara, São João Batista de Caya Caya e Santa Rosa. Todavia, não resistiram às forças portuguesas e acabaram também expulsos da região.
Nossa Senhora do Carmo e Santa Bárbara, no rio Branco. Não houve progresso – os índios não se sujeitaram às imposições portuguesas e rebelaram-se, abandonando os lugarejos que acabaram por desaparecer.
A questão do Pirara – Mapa com as áreas contestadas pelos ingleses.
para o domínio britânico. Ele ensinou ainda o idioma daquele país e hasteou a bandeira inglesa em solo brasileiro.
Os protestos fizeram o governo inglês recuar, retirando os marcos provisórios já colocados na região, mas não desistiu. Em 1842, foi recebida em Londres, uma recomendação brasileira para que a área de disputa (a região do Rupununi), fosse neutralizada. A Inglaterra concordou, mas não recusou seus direitos – aceitou a neutralização apenas com a inclusão das áreas do Cotindo e do Mau. Essa disputa diplomática se prolongou até 1898, final do século XIX, até que o Brasil acatou a proposta dos anglófonos de submeter a questão ao governo italiano que atuaria como árbitro.
definindo assim, os limites da fronteira. Apesar disso, os argumentos de Nabuco não foram em vão, haja vista que não fossem estes, a área perdida seria quase que o dobro, estabelecendo assim, um saldo devedor eterno dos roraimenses para com Nabuco.
BR-174 ATRAVESSA A FLORESTA AMAZÔNICA – Um sonho de séculos, realizado somente recentemente. Nos fins do século XIX, antes do advento do barco a motor, a comunicação Boa Vista/Manaus, dava-se por embarcações movidas a remo, varejão, vela, sirga ou gancho. As viagens duravam três meses. A partir da motorização destes barcos, o mesmo percurso passou a ser completado em apenas cinco ou seis dias — variando conforme o volume das águas do Branco.
ficou à deriva e a floresta tratou de reanexá-la ao ecossistema predominante. Em 1927, conforme registros históricos, o guianense Collins, reabriu a via de circulação, agora com 868 quilômetros. Em 18 de setembro de 1975, o jornal manauara “A Crítica”, anunciava a passagem do primeiro comboio de viaturas através da BR-174 (Manaus/Boa Vista) – o Brasil estará ligado diretamente ao contexto das Américas.
em Boa Vista, concluiu o último trecho de 6 quilômetros que falta para o desmatamento, ligando definitivamente as duas frentes de serviço. Assim, no dia 22 daquele mesmo ano, o coronel João Tarcizo Cartaxo Arruda, sairia da capital rio-branquense rumo à capital amazonense, inaugurando a BR-174 — agora efetivamente uma estrada rodoviária.
Só se viu a rodovia completamente coberta por aquele tapete de petróleo — um elemento fundamental para superar o trecho de chuvas permanentes em que vive mergulhada a divisa RR/AM — em 1998, durante o governo de Neudo Campos.
de setembro de 1962, na Câmara Federal, o projeto nº 1433, de 18 de janeiro de 1960, do deputado Valério Caldas de Magalhães, que previa a mudança de nome do então Território Federal do Rio Branco para Território Federal de Roraima, transformou-se em Lei. O mesmo havia, em 1945, se oposto à ideia, originada do então governador Ene Garcez. Contudo, convencera-se da necessidade de tal metamorfose.
Nasciam a partir da área de Boa Vista, Alto Alegre, Bonfim e Normandia; e de Caracaraí: Mucajaí, São João da Baliza e São Luís (mais conhecido até hoje por São Luís do Anauá).
Cultura
crescimento nos concertos de Música Popular Brasileira e de rock, o som mais predominante continua a ser o forró. No artesanato, porém, a inspiração continua a ser indígena. Dentre os fatores para este crescimento destacam-se: a abertura da BR-174 (Manaus / Boa Vista / Pacaraima) e a campanha desenvolvida pelo governo do então Território Federal de Roraima, que incluiu a abertura do garimpo. Antes da abertura da BR-174, a única comunicação existente entre as capitais roraimense e amazonense era feita apenas por meio do rio Branco (que só é navegável plenamente por 3 ou 4 meses no ano). A origem destas correntes é bastante diferenciada, com destaque para a região Nordeste.
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