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O primeiro povoado europeu, realizou-se no litoral de Santa Catarina. Era habitado pelos índios carijós por época das primeiras expedições europeias do século 16. Alguns pontos do litoral catarinense aparecem em alguns mapas da época. Com a criação das capitanias hereditárias, em 1532, o atual território de Santa Catarina foi doado a Pero de Sousa Lopes, que fez muito pouco para a
sua colonização. O litoral, entretanto, recebeu alguns desterrados, desertores e náufragos, que habitavam entre os índios e davam apoio aos navios de passagem para a região do Rio da Prata.
união ibérica (1580-1640), a questão ficou esquecida. Posteriormente, os portugueses fundaram a Colônia de Sacramento, no Uruguai.
dentraram o interior catarinense, vindos principalmente da capitania de São Vicente. Na primeira metade do século 17, a ilha de Santa Catarina já abrigava uma missão jesuíta. Quando foram expulsos do Brasil, em 1759, a missão já contava com um colégio. O povoamento efetivo do litoral catarinense começou em meados do século 17, época em que foi fundado o povoado de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco, atual São Francisco do Sul.
Catarina foi criada em 1738, ficando diretamente subordinada a Salvador da Bahia, capital do Brasil. Existiam basicamente três povoações ao longo do litoral catarinense, nessa época, São Francisco, Desterro e Laguna. Em meados do século 18, muito português das ilhas de açores mudam-se para a capitania de Santa Catarina, após abalos sísmicos nas ilhas. Vieram com eles vários escravos africanos.
A ilha foi devolvida a Portugal com a assinatura do tratado de Santo Ildefonso, no mesmo ano. Com a independência do Brasil (1822-1824), Santa Catarina passa de capitania a província e seu governador recebe a denominação de presidente.
a causa Farroupilha. O movimento foi reprimido em março de 1845, após sangrentas batalhas.
Os imigrantes alemães – Em 1829, 523 colonos imigrantes católicos, originários de Bremem, instalaram-se em São Pedro de Alcântara. Fundaram a primeira colônia de imigrantes europeus em território catarinense, no século 19. Posteriormente, no Vale Rio Tijucas, formaram-se as colônias de Santa Tereza e Angelina. No mesmo ano, a sociedade colonizadora de Hamburgo adquiriu as terras relativas ao dote da princesa dona Francisca, onde se iniciou uma colônia com seu nome, que posteriormente veio a se transformar na cidade de Joinville.
em 1850, no Vale do Rio Itajaí-Açú, deu origem à cidade com o mesmo nome. A partir de 1860, chegaram imigrantes no Vale do Itajaí-mirim, principalmente alemães e italianos, que integraram o núcleo da futura cidade de Brusque. Em 1893, fundou-se a colônia de Hamônia (atual Ibirama), no Vale do Itajaí do Norte. Os imigrantes italianos em 1836, originários de Sardenha, fundaram a colônia Nova Itália, no Vale do Rio Tijucas.
de Orleans, Grão Pará, São Ludgero e Braço do Norte).
Registros históricos indicam que, no século 19, alguns municípios catarinenses tinham uma população de escravos negros superior a 20%. Os negros participaram da formação do povo catarinense desde os primeiros povoados. No século 18, vieram principalmente com os colonos de São Vicente e das ilhas portuguesas de Açores e Madeira, integrantes da comunidade quilombola de Santa Catarina, invernada dos negros, localizada nos municípios catarinenses de Abdon Batista e Campos Novos, onde vivem cerca de 80 famílias. A comunidade foi iniciada em 1877. Estima-se que mais de mil famílias de negros viviam no local, há cem anos atrás, mas foram expulsos, em sua maioria, por grileiros.
Os negros catarinenses contribuíram, desde o princípio, para a evolução econômica da região, por exemplo, como tropeiros, vaqueiros, mineiros, trabalharam na lavoura, na pesca da baleia, na construção de estradas de ferro e em afazeres domésticos. 
acampamento dos jagunços que, em sua maioria, haviam fugido para um lugar chamado Caraguatá (SC), de difícil acesso, onde já viviam cerca de 20 mil pessoas. Os fiéis à causa do Contestado eram chefiados por Maria Rosa, uma jovem de 15 anos, considerada uma espécie de Joana d’Arc do sertão. Apesar desta derrota em Taquaraçu, os revoltosos conseguiram dar a volta por cima no dia 9 de março de 1914, quando as tropas tentaram atacar Caraguatá, mas foram expulsos pelos jagunços. 